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Herts pede falência enquanto Nissan planeja demissões e Renault pode falir

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Devido a crise gigantesca causada pela pandemia do Covid-19, a indústria automotiva está sofrendo grandes danos, pois com as medidas de isolamento social e sem sair de casa, os carros estão perdendo a sua função de transporte.

O impacto do não uso dos veículos causa queda nas vendas e locações de veículos, reduzindo receita e projetos futuros de novos modelos e atualizações dos atuais, causando inúmeras consequências para os trabalhadores que fazem parte dessas empresas.



Uma delas é a Hertz, uma das maiores locadoras de carros do Mundo, fundada nos Estados Unidos e com operações no Canadá, a empresa ainda é dona de três outras marcas, a Dollar, Thrifty e Firefly, e mesmo assim acumula US$ 17 bilhões de dólares em dívidas, com isso, pediu falência, deixando US$ 1 bilhão para suas 3 sub-marcas seguirem suas operações.

As consequências da falência da Hertz são inúmeras, começando pelas cerca de 20.000 demissões que devem ocorrer na América do Norte, o que corresponde a mais ou menos metade de toda sua mão de obra mundial e a liquidação de sua frota de 570.000 veículos para pagamentos das dívidas.



Todos esses veículos seminovos que entrarão no mercado, farão com que o preço dos carros novos caiam, pois com a crise, a procura por carros seminovos aumentou muito, e isso poderá desestabilizar todas a economia Norte Americana.

Já na Europa, as parceiras Renault e Nissan se veem em maus lenções também, com a Nissan planejando a demissão de cerca de 20.000 funcionários (isso representa 14% de todo quadro da Nissan no Mundo) na Europa e países emergentes, como o Brasil, com a intenção de reduzir sua produção e venda em 1 milhão de veículos, colocando-se em uma posição menor de mercado para manter-se viva.



Enquanto a parceira Renault vive uma situação ainda pior, correndo o risco de falência conforme o ministro das finanças Francês, Bruno Le Maire apontou: “Sim, a Renault pode desaparecer”, e para que isso não aconteça, o Governo francês pretende fornecer ajuda financeira de cerca de R$ 30 milhões de Reais para que a Renault não feche e preserve o maior número possível de empregos.

A Renault atua em 16 países ao todo, incluindo o seu país sede, a França e também o Brasil, onde emprega 7.300 funcionários.

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